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Carnaval em Florianópolis não registra crimes contra a vida, apenas furtos de celulares

As duas mortes violentas ocorridas no Norte da Ilha, no bairro Vargem Grande e nas dunas das Praia do Santinho, não são consideradas ocorrências de Carnaval, diz delegado

Colombo de Souza
Florianópolis
12/02/2018 às 18H33

O Carnaval em Florianópolis está transcorrendo de acordo com o planejamento da Polícia Militar. Desde o início da folia, sexta-feira (9), até a noite de segunda-feira (12) não ocorreram crimes contra a vida nas praças, ruas e avenidas onde acontece a festa do Rei Momo. A 1ª Delegacia da Polícia Civil, com abrangência no Centro, onde concentra a multidão, registrou furtos de celulares e algumas ocorrências de roubo a transeunte.

Dois jovens que desceram do ônibus no Terminal de Integração do Centro para ir à casa de uma colega foram assaltados, por volta das 23h de domingo, na rua Álvaro de Carvalho. Eles reclamaram na delegacia que três ladrões que diziam estar armados os colocaram contra a parede e exigiram os celulares e as carteiras.

O policial Warella, que estava de plantão neste domingo (11), acrescentou que além destas ocorrências de rotinas também foram registrados alguns acidentes de trânsito apenas com danos materiais. Sobre os celulares, ele comentou que muitas vítimas ficavam na dúvida e não tinham certeza se foram roubadas ou se perderam o aparelho.

Para garantir a segurança na área central da cidade, o comandante do 4º BPM (Batalhão da Polícia Militar) tenente-coronel Marcelo Pontes convocou mais de 200 PMs, além da colaboração dos grupos de elite da corporação: Bope, Choque, PPT e Canil.  Antes de chegar na arena, a moçada passava por uma rigorosa revista no Largo da Alfândega.

Em Santo Antônio de Lisboa, distrito que cultua a tradição da festa popular, também não foram registradas ocorrências de crime contra a vida. Apenas furtos de celulares e de carteiras. As duas mortes violentas no Norte da Ilha, no bairro Vargem Grande e nas dunas do Santinho, não são consideradas ocorrências de Carnaval, segundo o delegado da Homicídios, Ênio de Oliveira Mattos.

 Ele lembrou que o assassinato de uma adolescente de 17 anos na Vargem Grande, na sexta-feira, tem conotação de briga de facção e o segundo homicídio, cujo corpo em decomposição foi encontrado nas dunas da praia, no domingo, foi praticado antes do Carnaval.

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