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Após forte AVC, situação do músico Marcelo Muniz, do grupo Engenho, é irreversível

O músico foi internado com pneumonia, mas sofreu um AVC na segunda-feira, e está em coma

Karin Barros
Florianópolis
10/04/2018 às 16H39

Marcelo Muniz, contrabaixo, orocongo, voz e um dos fundadores do grupo Engenho em 1979, teve uma forte hemorragia cerebral na manhã desta terça-feira (10). Ele está com 60 anos e está internado no hospital Baía Sul, em Florianópolis. 

Marcelo Muniz (à dir) e Denise de Castro gravando o álbum recém-lançado dele - Reprodução Facebook/Divulgação
Marcelo Muniz e Denise de Castro gravando o álbum recém-lançado dele - Reprodução Facebook/Divulgação


De acordo com informações da produtora Crica Gadotti, Marcelo foi internado há oito dias no Hospital de Caridade com uma forte pneumonia. No dia 5 de abril, o próprio músico postou nas redes sociais que estava saindo da UTI e teria que ficar mais duas semanas hospitalizado. 

Porém, na noite de segunda-feira (9), ele sofreu um AVC (acidente vascular cerebral), foi transferido para o hospital Baía Sul, e está muito debilitado. Seu caso é considerado irreversível. Há suspeita de morte cerebral, mas por causa do estado frágil, não há possibilidade fazer um exame para atestar o diagnóstico.

No final de 2017, Marcelo lançou o primeiro álbum solo, “Fogo de rebojo”, com participações de músicos, como Gazu, Rô Conceição, Denise de Castro e Ruth Gebler. Pelo grupo Engenho, o músico retornou aos palcos em maio de 2012 para uma retomada da banda. Eles haviam parado em 1984 e retornaram com o álbum “De trés ont'onte a dijáoji", que tinha o intuito de resgatar os grandes sucessos da banda na época, como “Barra da Lagoa”, “Braço forte” e “Meu Boi Vadiou”.

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