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Reunião de caminhoneiros e governo federal termina sem acordo; greve continua

Abcam (Associação Brasileira de Caminhoneiros) se encontrou com representantes da União na tarde desta quarta-feira (23)

Folha de São Paulo
São Paulo (SP)
23/05/2018 às 17H37
Associação Brasileira de Caminhoneiros se encontrou com representantes da União para decidir se iria manter a greve - Antonio Cruz/Agência Brasil
Associação Brasileira de Caminhoneiros se encontrou com representantes da União para decidir se iria manter a greve - Antonio Cruz/Agência Brasil


SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A reunião na Casa Civil nesta quarta-feira (23) entre Abcam (Associação Brasileira de Caminhoneiros) e governo federal terminou sem acordo. A associação se encontrou com representantes da União para decidir se iria manter a greve que paralisa estradas pelo Brasil desde segunda-feira (21).

A reunião aconteceu às 14h. Anunciaram que estariam presentes o ministro dos Transportes, Valter Casemiro, o ministro da secretaria de governo Carlos Marun e o diretor geral da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), Mário Rodrigues.

CNT diz que Petrobras mente sobre reajustes e critica proposta de zerar a CID

A CNT (Confederação Nacional dos Transportes) divulgou nesta quarta-feira (23) uma nota com duras críticas à política de reajustes de preços da Petrobras, afirmando que a estatal mente.

A entidade criticou ainda a proposta de zerar a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre o diesel.

Segundo a confederação, a estatal adota uma política de reajuste desproporcional ao basear seus preços nas cotações internacionais do petróleo, pois seus custos nas são internos, independentes do mercado internacional.

A CNT afirma também que a política foi implantada em um momento ruim para o setor de transportes, "que ainda luta para superar as perdas da forte recessão econômica".

A confederação disse ainda que zerar a Cide sobre o diesel a medida terá impacto irrisório no preço final do combustível.

"A solução apresentada, até o momento, pelo governo em nada contribuirá para garantir as condições mínimas de operação do transporte rodoviário de cargas e passageiros no país", diz a nota.

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