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Figueirense e Avaí já contrataram 34 jogadores para temporada 2018

A soma, apesar de indicar mais de três times, tem dado resultado até o momento; expectativa é por mais nomes e, junto a isso, os acessos à Série A do brasileiro

Diogo de Souza
Florianópolis
10/08/2018 às 08H46

O futebol e todo o seu imponderável nos dá lições diárias de que não existe fórmula secreta para o sucesso. Dentre dezenas de variáveis, uma delas é o mercado de transferências que, em mera manobra dos dirigentes, pode fazer desembarcar um futuro ídolo ou, até mesmo, se desfazer de uma peça que poderia deixar alegrias e conquistas inimagináveis.

Raros são os elencos que se mantêm de um ano para o outro. Se levarmos isso em âmbito brasileiro, feliz é o torcedor que não precisa decorar a escalação – e o técnico - a cada passagem de semestre.

Nos clubes da capital de Santa Catarina, o cenário não é muito diferente. No entanto, dois atletas, coincidentemente identificados com Florianópolis, falaram à imprensa nesta quinta-feira (9).

Jorge Henrique, pelo lado continental da rivalidade, falou sobre o período vestindo a camiseta do Alvinegro e sua projeção de ajudar o clube a voltar à Série A. O capitão e camisa 10 do Figueirense nesta temporada, falou sobre a importância do elenco atual. “Quem tiver grupo e elenco, vai ter vantagem ali na frente. Meu objetivo é subir com o Figueirense, renovar o contrato e seguir aqui. Não passou pela minha cabeça sair”, garantiu o experiente atleta.

Do outro lado da ponte, um não menos identificado jogador projetou a semana e o confronto contra o Brasil, em Pelotas (RS). Betão completou neste dia 9 dois anos de Avaí. “Não me sinto ídolo, sou só mais um aqui. O maior elogio que eu possa receber não é pelos jogos, é pelo respeito que as pessoas daqui têm por mim”, valorizou.

No bairro do Estreito já foram 21 contratações 

André Santos, apresentado no Figueirense - Figueirense FC/divulgação
André Santos, apresentado no Figueirense - Figueirense FC/divulgação


A exemplo da maioria dos clubes de futebol no País, o Figueirense entendeu no mercado a solução para voltar a ser protagonista. Depois de um 2017 caótico, onde quase caiu no Estadual e na Série B, e foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil, o Alvinegro contabilizou, com a oficialização do volante Lucas Marques esta semana, 21 novos jogadores.

Esse investimento foi diluído ao longo de uma temporada que contabiliza o título estadual, uma boa campanha na Copa do Brasil e a luta contínua no bloco de cima da Série B.

O lateral e meia André Santos, oficializado na última segunda-feira (6), simboliza essa preocupação ao longo da temporada e consolida o objetivo principal do Furacão em 2018: retornar à Série A.

O primeiro time do ano já apresentava a base atual, apesar de lembrar alguns jogadores que já foram negociados e outros que nem têm sido relacionados.

Primeira escalação do ano: Denis; Samuel Santos, Ygor Nogueira, Trevisan e Lazaroni; Zé Antônio, Betinho, Maikon Leite (Ronaldo), Felipe Amorim e João Paulo (Ferrareis); André Luis (Romarinho). Técnico: Milton Cruz.

Time base atual: Denis; Matheus Ribeiro, Nogueira, Cléberson e Diego Renan; Zé Antônio, Matheus Sales (Betinho), Renan Mota, Jorge Henrique e Ferrareis; Henan. Técnico: Milton Cruz.

 

Loucura pela Série A

“O Estadual servirá para fazermos experiências, não vou cometer loucuras pelo Estadual. Vou cometer loucuras para voltar à primeira divisão”, prometeu o presidente Francisco Battistotti, ainda em entrevista concedida ao Notícias do Dia, no final de 2017.

Esse cenário, inclusive, se concretizou. Não em termos de “loucura”, mas mudanças suficientes para buscar o retorno à elite do futebol brasileiro. Se no Estadual, usado para fazer “experiências”, o Avaí deixou a desejar com um tímido sexto lugar, na Copa do Brasil e na Série B têm sido diferente.

Muito dessa diferença pode ser compreendida a partir das mudanças, tanto na fotografia da equipe, como na casamata. Claudinei Oliveira começou o ano e, antes da segunda rodada da Segundona, foi substituído por Geninho.

De lá pra cá dois goleiros foram contratados, Guga, uma joia da base, se afirmou, Rodrigão, um fazedor de gols, desembarcou e, pasmem, Marquinhos, um ídolo e ex-jogador do maior rival passou de alternativa a solução na zaga. No total a direção do Avaí contratou 13 jogadores no ano e, conforme tem sido reiterado pelo técnico Geninho, a direção segue “de olho no mercado”.

Primeira escalação do ano: Kozlinski; Tiago Cametá, Alemão, Betão e João Paulo; Luan, Judson, Martinuccio (Lucas Lovat) e Luan Pereira (Alisson); Lourenço (Jô) e Maurinho. Técnico: Claudinei Oliveira.

Time base atual: Aranha; Airton, Marquinhos Silva (Marquinhos Santos) e Betão; Guga, Judson, Moritz (Pedro Castro) e Capa; Renato, Rodrigão e Romulo. Técnico: Geninho.

Avaí x CSA, pela Série B - Jamira Furlani/Avaí FC
Avaí x CSA, pela Série B; fotografia bastante diferente do Leão - Jamira Furlani/Avaí FC



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