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Quarta-Feira, 18 de Outubro de 2017
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Os bastidores, a informação bem apurada, a opinião fundamentada e sem papas na língua você encontra aqui, com Paulo Alceu, um dos mais competentes jornalistas em atividade, com décadas de experiência na cobertura política nacional e internacional. Com colaboração do editor de Política, Altair Magagnin.

  • Lei de Florianópolis que obriga alerta para alimentos com glúten e lactose será contestada

    Uma lei municipal de 2016, que obriga bares e restaurantes a manter à disposição do consumidor cardápio contendo informações sobre a presença de glúten ou lactose nos alimentos, bem como a manutenção de um nutricionista, deverá ser questionada em breve. O advogado Danilo Martelli Júnior prepara uma ação direta de constitucionalidade, a pedido da Abrasel, com o objetivo de tentar anular a lei. 

    Em audiência pública promovida pela Câmara de Florianópolis na última quinta-feira, Martelli demonstrou que a norma, embora seja importante, é inconstitucional é de difícil aplicabilidade. Ele cita que o município não tem competência para legislar sobre o assunto. Também, a lei cria uma reserva de mercado para os nutricionistas.

    Glúten e lactose - Reprodução/ND
    Glúten e lactose - Reprodução/ND



  • Em artigo para jornal, reitor da UFSC Luiz Cancellier falou em "humilhação e vexame"

    O reitor afastado da UFSC, Luiz Carlos Cancellier, encontrado morto em um shopping de Florianópolis na manhã desta segunda-feira (2), teve um artigo publicado na última quinta-feira pelo jornal "O Globo", do Rio. Sob o título "Reitor exilado", Cancellier expressou que “a humilhação e o vexame” a que foi submetidos “não tem precedentes na história da instituição”. Reclamou de ter a vida “devassada” e a “honra associada a uma ‘quadrilha’”.

    Cancellier resgatou sua trajetória acadêmica e defendeu como característica o “princípio da mediação”. Assim, diz que “ser conduzido nas condições em que ocorreu” deixou-o “perplexo e amedrontado”. O reitor alerta para a “fragilidade das acusações” contra ele e é taxativo: “não adotamos qualquer atitude para abafar ou obstruir a apuração da denúncia”.

    Encerra citando a UFSC como responsável por “quase 100% do aprimoramento e do desenvolvimento” catarinense, classificando a[...]

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  • Cancellier voltaria à UFSC para orientações na quinta-feira; reitor desabafou para jornal

    Uma decisão judicial tinha autorizado o reitor da UFSC, Luis Carlos Cancellier, a entrar no campus nesta quinta-feira. Seria das 15h às 17h30, para avaliar orientandos em cursos de mestrado e doutorado. Cancellier chegou a ser preso – junto com outras seis pessoas – na operação que investiga supostos desvios no programa de ensino à distância. O reitor estava afastado do cargo e impedido de entrar na UFSC. Na manhã desta segunda-feira (2), Cancellier foi encontrado morto em um shopping de Florianópolis.

    Um artigo do reitor foi publicado na última quinta-feira, pelo jornal “O Globo”, do Rio. Nele, Cancellier expressou que “a humilhação e o vexame” a que foram submetidos “não tem precedentes na história da instituição”. Reclamou de ter a vida “devassada” e a “honra associada a uma ‘quadrilha’”. Em pelo menos dois momentos, destacou a qualidade da UFSC.

    Cancellier resgatou sua trajetória acadêmica e defendeu como característica o[...]

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  • Celesc rebate derrubada de emendas garantiriam melhorias nas redes de eletrificação rural

    A Celesc respondeu – na verdade, ao deputado Natalino Lázare – que lamentou não terem sido aprovadas as emendas dele nos projetos de autorização de financiamento. As emendas garantiriam melhorias nas redes de eletrificação rural. Segundo a Celesc, os recursos do BID contemplarão obras estruturantes com a construção de 20 novas subestações e a ampliação de outras 31. Além do aumento de linhas de distribuição. Ou seja, aumentará em 20% a capacidade instalada. Quanto à eletrificação rural, preocupação do parlamentar, está incluída novas redes trifásicas na área rural hoje somando 37 mil quilômetros.

    Celesc terá o prazo de 30 dias para desenvolver o projeto e 45 dias para começar a obra - Marco Santiago/ND
    Marco Santiago/ND