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Sexta-Feira, 15 de Dezembro de 2017
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Os bastidores, a informação bem apurada, a opinião fundamentada e sem papas na língua você encontra aqui, com Paulo Alceu, um dos mais competentes jornalistas em atividade, com décadas de experiência na cobertura política nacional e internacional. Com colaboração do editor de Política, Altair Magagnin.

  • Oposição passa a defender interesses do governo na Assembleia e base a criar dificuldades

    De repente, a oposição passou a defender os interesses do governo no Legislativo. Enquanto os governistas apresentavam emendas com aumento de gratificações, os oposicionistas, como o PT, votavam contra. “É um projeto meritório, o Plano de Cargos e Salários, que há muito tempo estamos reivindicando, mas as emendas não têm a ver com objeto da proposta. Colocaram um jabuti ali”, disse o petista Dirceu Dresch, aumentando o abismo salarial no serviço público. É o que o governo Colombo sinalizou, inclusive, com dificuldades de cumprir com esses aumentos em época de crise.

    Proposta ingressou na Alesc em regime de urgência, com 45 dias para ser discutida. Parada desde 2015, será votada mesmo sem ter passado por comissões - Miriam Zomer/Agência AL/ND
    Miriam Zomer/Agência AL/ND



  • Quando o governador deixará o governo, passando o bastão para o vice? Eis a questão

    Pois é, quando o governador Raimundo Colombo deixará o governo, passando o bastão para o vice Pinho Moreira? Eis a questão. Ontem, durante o almoço de confraternização com a imprensa, o governador disse que daria início ao processo de transição em janeiro. Ou seja, o que havia sido anunciado tempos atrás, de que na virada do ano, Moreira estaria no comando do Estado, não vai se confirmar. Até porque, Colombo reforçou que sua saída, segundo a legislação, será em abril. Mas, deixou uma porta aberta para, de repente, afastar-se antes. Durante o mês de fevereiro, ficará fora, fazendo um curso na Espanha. Deu a entender que a partir daí iniciará a transição, em comum acordo com Moreira. Neste período, estará governador, com o vice ocupando o cargo interinamente. Isso significa que ainda não há uma definição sobre a continuidade da tríplice aliança, em que PMDB e PSD poderão ser adversários em 2018. Colombo evita o confronto direto, mas afirmou que a[...]

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  • Tendência é diminuição do apoio da bancada catarinense na Câmara à reforma da Previdência

    Dentro do próprio PMDB, cresce o movimento contra a proposta de reforma da Previdência patrocinada pelo presidente Michel Temer. Na reunião da executiva nacional, o deputado Mauro Mariani foi um dos que votou contra o fechamento de questão em torno da aprovação da mudança. Presidente estadual do partido, Mariani está em rota de colisão com o comando nacional. Outro que já decidiu votar “não” à nova Previdência é Ronaldo Benedet.

    Presidente Michel Temer - Alan Santos/PR/ND
    Presidente Michel Temer - Alan Santos/PR/ND



    O histórico de votações dos deputados federais catarinenses nas propostas defendidas por Temer demonstra uma tendência de diminuição na base. O presidente contou com o apoio majoritário da bancada em questões como a reforma trabalhista, a PEC do teto de gastos e a mudança no ensino médio. Perdeu quando foi votada a terceirização. No recorte sobre as denúncias, houve uma virada entre a primeira e a segunda votação.

    Para a reforma da Previdência, a sinalização que vem[...]

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  • O que leva Raimundo Colombo a relutar em deixar o PMDB no projeto das eleições de 2018?

    O governador Colombo reluta em não deixar o PMDB, porque acredita correr o risco de perder a eleição para o Senado sem o principal aliado, ou teme ser alvo de críticas e ataques de peemedebistas adversários durante a campanha referente a falhas em sua administração?

    Governador Raimundo Colombo acompanhou as explicações técnicas durante a noite desta segunda-feira (6) - Flávio Tin/ ND
    Governador Raimundo Colombo - Flávio Tin/ ND