Publicidade
Terça-Feira, 11 de Dezembro de 2018
Descrição do tempo
  • 30º C
  • 20º C

Informações e análises sobre a política catarinense, com prioridade para conteúdos exclusivos e inéditos. Entrevistas com personagens que decidem nas esferas do Executivo, Legislativo e Judiciário. Notícias e opiniões contextualizadas com os bastidores do poder.

  • Carlos Moisés vai cobrar de Jair Bolsonaro "participação política de SC" em Brasília

    O governador catarinense Carlos Moisés estará nesta terça-feira (11) em Brasília para uma reunião com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Além de questões comuns a todos os governadores, como a revisão do pacto federativo e a renegociação das dívidas dos Estados com a União, Moisés pretende discutir a “participação política do Estado de Santa Catarina em Brasília”, com indicações para a ocupação de cargos.

    Leia a seguir o trecho da entrevista. A íntegra está na edição impressa desta terça-feira do Notícias do Dia.

    O que o senhor vai levar à reunião [hoje] com o presidente Jair Bolsonaro?

    Nós temos pautas que são comuns a todos os governadores, dentre elas a questão da distribuição dos recursos dos tributos, o pacto federativo, as necessidades de refinanciamento da dívida pública dos Estados. Também a pauta de interesse de Santa Catarina, no que diz respeito à composição até mesmo do governo federal, na participação política[...]

    Leia mais
  • Carlos Moisés conta com apoio para reforma administrativa: "o que é bom vão aprovar"

    Questionado sobre eventuais dificuldades na aprovação da reforma administrativa que propõe, o governador eleito Carlos Moisés (PSL) afirmou nesta segunda-feira (10) que tem ouvido dos deputados estaduais apoio para projetos que sejam “bons para Santa Catarina”. A reforma apresentada pelo pesselista é a mais ampla dos últimos 16 anos, desde que o então governador Luiz Henrique da Silveira moldou o Estado como conhecemos até hoje, após ser eleito pela tríplice aliança.

    Leia a seguir o trecho da entrevista. A íntegra está na edição impressa desta terça-feira do Notícias do Dia.

    O senhor propõe uma ampla reforma administrativa. Pode ter alguma dificuldade para a aprovação junto aos futuros deputados estaduais?

    Eu tenho certeza que tudo que é bom para Santa Catarina os deputados irão aprovar. Isso é o que eu tenho ouvido de todos os deputados com quem eu tenho conversado.

    Leia mais
  • "Ser réu não significa nada", diz Carlos Moisés sobre denúncias contra três secretários

    O governador eleito Carlos Moisés (PSL) comentou nesta segunda-feira (10) a informação revelada pelo ND que três nomes indicados ao primeiro escalão do futuro governo respondem por improbidade administrativa na Justiça. Conforme apurou o repórter Fábio Bispo, os casos envolvem o vereador de Biguaçu, Douglas Borba (PP), futuro chefe da Casa Civil, e os atuais secretários de Justiça e Cidadania, Leandro Lima, e da Fazenda, Paulo Eli, que continuarão nas respectivas pastas. Os três negam irregularidades.

    Leia a seguir o trecho da entrevista. A íntegra está na edição impressa desta terça-feira do Notícias do Dia.

    O ND revelou hoje [segunda-feira] que três dos nomes anunciados são réus na Justiça. Douglas Borba, Leandro Lima e Paulo Eli. Como o senhor avalia essa situação?

    Eu não quero abordar essa questão aqui, até porque, ser réu não significa absolutamente nada. Tem que avaliar cada caso para poder se manifestar. Quem vai se manifestar sobre[...]

    Leia mais
  • "O critério é técnico", diz Carlos Moisés, ao negar indicações políticas no secretariado

    Na primeira entrevista desde que anunciou integrantes do primeiro escalão, o governador eleito Carlos Moisés (PSL) rechaçou que nomes como o vereador de Biguaçu, Douglas Borba (PP), e o presidente estadual do PSL, Lucas Esmeraldino, sejam indicações políticas. Também minimizou eventuais ligações dos atuais secretários Paulo Eli e Leandro Lima com o MDB. Assegurou que o critério para as escolhas é “técnico”.

    Leia a seguir o trecho da entrevista. A íntegra está na edição impressa desta terça-feira do Notícias do Dia.

    Eleito, o senhor anunciou que pretendia fazer uma “despolitização” do governo, mas indicou dois nomes com filiação partidária [Douglas Borba (PP) na Casa Civil e Lucas Esmeraldino (PSL) no Desenvolvimento Econômico] e outros dois com afinidade junto ao MDB [Paulo Eli na Fazenda e Leandro Lima na Administração Prisional]. O que justifica isso?

    O critério é técnico. Os secretários que permaneceram, como é o caso da secretaria[...]

    Leia mais