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Conteúdo especial para a Revista Inspira!

Sexualidade feminina em pauta: um dos mais importantes aspectos da qualidade de vida

A Organização Mundial de Saúde considera satisfação sexual um dos cinco pilares da qualidade de vida

Karoline Soares

Uma queixa bem frequente no consultório diz respeito à sexualidade feminina. Sem dúvidas a mais prevalente das disfunções sexuais femininas é a falta da famosa libido. Quer um nome chique
para isto? Transtorno do desejo sexual hipoativo! Mas infelizmente dar nome aos bois não é suficiente, é preciso tratar! Isto envolve inúmeros aspectos e condutas multidisciplinares.

Como saber se eu sou satisfeita sexualmente?
Esta é uma pergunta de resposta exclusivamente individual. O diagnóstico de insatisfação não é dado por um profissional, mas por você mesma. Ou melhor, pelo casal. Um casal com uma relação por mês pode sentir-se satisfeito. Já outro com duas relações semanais, bastante insatisfeito. O importante é ter esta conversa e pensar o quanto tem sido prazeroso o desenvolver da sua sexualidade. 

Evite comparar a sua satisfação sexual com a de outrem
A queixa de redução do desejo afeta todas as idades. Mas as pesquisas tem mostrado um aumento na faixa etária de 20 a 40 anos. Justamente no ápice dos nossos hormônios sexuais. Não tenho medo de errar ao afirmar que a pílula anticoncepcional é um dos grandes castradores da sexualidade feminina, pois inibe um importante hormônio relacionado ao desejo: a testosterona. O padrão de vida acelerado também atrapalha. O estresse aumenta o cortisol que também diminui a pobre da testosterona. Reduza o ritmo e avalie suas dosagens hormonais.

Quanto tempo designamos para o cuidado do casal?
No afeto com o outro, na expectativa do que vai acontecer, em momentos de relaxamento a dois é que construimos também uma vida sexual satisfatória. Uma queixa bem frequente no consultório diz respeito à sexualidade feminina. Sem dúvidas a mais prevalente das disfunções sexuais femininas é a falta da famosa libido. Quer um nome chique para isto? Transtorno do desejo sexual hipoativo! Mas infelizmente dar nome aos bois não é suficiente, é preciso tratar! Isto envolve inúmeros aspectos e condutas multidisciplinares. 

Posso dar um conselho?
Mais tempo com o outro, beijo na boca, erotização (pensar, falar, visualizar o sexo!) e menos preguiça (porque às vezes só falta mesmo é começar!).

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