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Quinta-Feira, 17 de Agosto de 2017
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Tudo ou nada: governo investe pesado em publicidade da Reforma da Previdência

    Além de jorrar recursos públicos em peças e vídeos publicitários para tentar ressuscitar a Reforma da Previdência, o presidente Michel Temer pretende ir para o tudo ou nada e votar o texto no plenário da Câmara Federal antes de setembro. É alto risco, gritam até os aliados. Temer teve provas no plenário, na votação que enterrou a denúncia do PGR Rodrigo Janot contra ele, que hoje não tem os 342 votos para aprovar a reforma.

    Termômetro

    Temer já sondou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sobre a “temperatura” da Casa para levar o texto a votação entre os dias 22 e 23 de agosto.

    Devagar com o andor

    O aliado Maia, no entanto, resiste e critica abertamente a pressa de Temer e ministros palacianos.

    Volta às origens

    Lula da Silva vai passar um perrengue de carro por Estados do Nordeste por vontade própria. Pelo menos dois empresários cederam seus jatos, e o petista não quis. 

    Nota zero

     O contingenciamento de recursos vai atingir em[...]

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  • Aécio x PSDB: senador tenta forçar sua candidatura à presidência

    Começou uma guerra velada no ninho tucano pela indicação do candidato a presidente da República pelo PSDB para ano que vem. A decisão de Aécio de forçar reunião da Executiva Nacional, semana passada, para tentar antecipar as prévias para este ano irritou parte do partido. A despeito de sua situação junto à PGR muito delicada, Aécio tem esperança de que pode ser o escolhido ano que vem. Ele hoje tem o controle de até 23 dos 27 diretórios com a grande maioria dos delegados votantes.

    Paulistas x Mineiros

    Na contramão está o diretório de São Paulo, motivado por Geraldo Alckmin, Dória Jr e deputados, que trabalham pelo afastamento total de Aécio e enterro de sua candidatura.

    Bicada no ninho

    O grupo de Aécio tem plano de ocupar com intensa pauta política o presidente interino Tasso Jereissati, a fim de dar tempo de Aécio rodar o País para retomar o comando.

    Bloco na rua

    Enquanto isso o bloco já está na rua: Lula inicia caravana pelo Nordeste, Ciro[...]

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  • Reforma política: Distritão é o único modelo esperado por parlamentares

    A provável implantação do sistema do ‘Distritão’ na reforma política em andamento na Câmara Federal é o modelo que os parlamentares esperam há anos: elegem-se os mais votados em cada Estado, e estes concentram ações em suas bases, aproximam-se mais dos eleitores – assim o cidadão espera – e isso barateia a campanha. Há um velado consenso no Congresso de que esse modelo vai ficar, e o chamado ‘Distritão misto’, previsto para 2022, é conversa fiada para arrefecer os ânimos dos opositores do sistema.

    Lobby

    O ‘Distritão misto’, em que metade dos candidatos é eleita no modelo proporcional atual, conta com apoio pesado de prefeitos e deputados estaduais de partidos pequenos.

    Proporcionais

    Entre casos citados como ‘injustiçados’, citam Marcelo Itagiba, do Rio, com 70 mil votos e que foi barrado por Jean Wyllys, que alcançou 13 mil votos.

    Festa no Ap

    O Artigo 4 da Lei 13.473 sancionada na terça-feira pelo presidente Michel Temer põe fim na[...]

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  • Ministério do Planejamento corta PAC, COP 21 e obras inacabadas

    No Orçamento Geral da União para 2018, o Ministério do Planejamento enterrou as ações iniciadas e concretizadas pelos Governos do PT e apresentou veto às ‘Prioridades da administração pública federal’ como o PAC, o Plano Brasil Sem Miséria, a ‘promoção da igualdade e ao enfrentamento à violência contra a mulher’, a ‘implantação do Acordo de Paris sobre Clima’, firmado na COP 21; além de todas as metas do Plano Nacional de Educação.

    Lisos      

    Na justificativa, o Palácio emendou, driblou o vocabulário, enrolou, escreveu bonito, para entrelinhas mostrar o óbvio: acabou o dinheiro.

    Parou geral

    Todas as obras paralisadas no País com menos da metade da programação atingidas não serão retomadas, ao contrário do que propuseram os congressistas.

    Caserna em alerta

    O Governo também vetou todas as ações novas programas pelo Ministério da Defesa.

    É a eleição

    Em manifestação no Salão Verde da Câmara, funcionários terceirizados[...]

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