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Quarta-Feira, 18 de Outubro de 2017
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Leandro Mazzini é jornalista, escritor e pós-graduado em Ciência Política pela UnB. Iniciou carreira em 1994, e passou pelo Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Correio do Brasil, Agência Rio entre outros. O blog é editado por Mazzini com colaboração de Walmor Parente e equipe de Brasília, Recife e São Paulo.

  • Índio é baleado próximo à fazenda de Geddel e Pataxós invadem propriedade

    Não bastasse a prisão, o cerco da Polícia Federal ao irmão deputado federal Lúcio Vieira, além da delação do doleiro Lúcio Funaro, o ex-ministro Geddel Vieira Lima assiste da cadeia a uma guerra entre seus seguranças da Fazenda Esmeralda e índios Pataxós-hã-hã-hães no Sul da Bahia. Caciques foram à Funai ontem cobrar presença do órgão em Itapetinga (BA), onde fica a propriedade de cultivo de cacau. Eles acusam Geddel de grilar terras indígenas. Para piorar a situação, há 3 dias um pataxó foi morto a tiros dentro da fazenda por supostos capangas da propriedade do peemedebista.

    Faroeste baiano

    Pataxós-hã-hã-hães e Caramurus invadiram a fazenda de Geddel e o clima continua tenso. Pedem investigação da Funai e acusam o político de invadir reserva indígena.

    Na moita

    Representantes de Geddel já passaram pela Funai em Brasília. A assessoria do órgão não se posicionou até o fechamento, e não encontramos os advogados do[...]

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  • STF pode rever decisão de prisão de condenados em segunda instância

    O Supremo Tribunal Federal está a um passo de contrariar novamente os anseios populares diante da crise de credibilidade política e da própria Justiça: A decretação de prisão de condenados, após decisão de segunda instância, determinada pela Corte em fevereiro de 2016, poderá ser revista até o primeiro trimestre de 2018. Três ministros – Celso de Mello, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes – em decisões monocráticas suspenderam, nos últimos meses, a prisão de condenados em segunda instância. Há resistências de ministros, mas a ideia de seguir o trio cresce nos bastidores da toga.

    Juridiquês

    Ações apresentadas pelo PEN e pela OAB pedem a revisão do STF. Alegam que a decisão traz insegurança “ao princípio constitucional da presunção de inocência”.

    Rola a roleta

    Donos e CEOs de cassinos de Portugal, Espanha e Estados Unidos desembarcam amanhã em Brasília para lobby no Congresso.

    Mistério

    O portal do Tribunal Superior Eleitoral ficou[...]

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  • 4 dos 6 ministros que votaram por aval do Congresso são egressos de relações partidárias

    Quatro dos seis ministros do Supremo Tribunal Federal que votaram para que o Congresso Nacional dê o aval em eventuais decisões da Corte de afastamento do mandato têm currículos com fortes ligações partidárias. Marco Aurélio Mello, primo do senador Fernando Collor, foi nomeado para a Corte pelo então presidente nos anos 90. Os ex-advogados do PT e do PSDB, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, respectivamente, foram nomeados por Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso; e Alexandre de Moraes foi apadrinhado no Ministério da Justiça e depois na cadeira do STF pelo senador Aécio Neves, o maior interessado no resultado da ação que foi julgada.

    Réus

    Collor e alguns políticos do PT e PSDB são réus no STF e potenciais alvos de processos na Corte que podem afastá-los dos cargos. 

    Tão perto

    O ministro Alexandre Moraes não se deu por impedido em nenhuma ação envolvendo o nome de Aécio Neves tanto na Segunda Turma quanto no plenário na quarta-feira.

    Gaiatice

    Um[...]

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  • Polícia Federal prende delegados em operações distintas em SP

    A Polícia Federal deu um exemplo ontem de que não poupa nem os seus quando o assunto é ilegalidade ou crime. Prendeu dois delegados lotados na Superintendência de São Paulo – um deles preventivamente, lotado no gabinete do superintendente Disney Rossetti, e investigado por meses pela Corregedoria. É acusado de participar de esquema de extorsão e concussão, com uso do cargo para extorquir empresários. Outro delegado, licenciado, usou placa institucional no carro particular para assuntos pessoais. Os nomes foram preservados porque as investigações continuam sob sigilo.

    Alcmeon

    A operação Alcmeon cumpriu 4 mandados de prisão preventiva contra pessoas que se passavam por delegados para extorquir. Mas um deles era, realmente, delegado.

    Na cela

    Oficialmente, a assessoria da PF em São Paulo confirmou apenas a prisão do delegado por crime de concussão. Os detidos estão nas celas da sede paulista.

    Histórico

    A prisão dos delegados surpreendeu colegas do Brasil[...]

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